Vereador Luiz Prequé faz denúncias contra prefeito de Gravatá

O vereador de Gravatá Luiz Prequé (PSB), acusa o Prefeito Bruno Martiniano (PTB) de crimes como FORMAÇÃO DE QUADRILHA, FALSIDADE IDEOLÓGICA e SONEGAÇÃO FISCAL.


Luiz Prequé denuncia formação de quadrilha na prefeitura de Gravatá e pede CPI para investigar as denúncia.

22 de outubro de 2014 por Tomaz de Aquino 12:26h

O vereador de oposição Luiz Prequé faz graves denúncias contra fatos criminosos, que segundo o vereador, ocorreu na prefeitura de Gravatá, executados pelo prefeito Bruno Martiniano. Lendo uma denúncia encaminhada ao procurador de justiça de Pernambuco pela bancada oposicionista ele afirma:

Diz o vereador: O TCE determinou a exoneração do então secretário de finanças senhor Marcelo Gaston, acusando-o de ser pessoa inidônea, entretanto, mesmo exonerado continua dando expediente e tem como laranja o senhor Gabriel Tenório, que faz tudo que o Gaston manda.

Continuando, denuncia que o secretário de obras senhor Marcos Túlio comprou um veículo mercedes benz, modelo 680, ano 2013, PGM 1005, encontra-se no garagem no edifício Vila de Almeida em Recife. Ainda existe no nome de Marcos Túlio um apartamento na avenida Boa Viagem, no edifício João Heráclito,  que depois foi feita uma procuração do secretário para a esposa do prefeito a senhora Paula Martiniano Lins, caracterizando crime de formação de quadrilha e fraude fiscal.

Ainda falando sobre as irregularidades denunciou como sendo outro laranja do prefeito Bruno Martiniano o seu sogro, pai de sua esposa, Paulo Roberto Carvalho, pessoa simples e modesta que repentinamente comprou pelo valor de R$ 660.000 reais, pago em espécie, 44 lotes no loteamento Fazenda Baraúna em Gravatá, sendo 22 lote na quadra X e 22 lotes na quadra W, em seguida fez uma procuração para o prefeito Bruno Martiniano dando-lhe plenos poderes sobre os bens adquiridos.

Denunciou que o prefeito após ingresso na prefeitura de Gravatá, adquiriu nos anos de 2013 e 2014 vários imóveis: Apartamento no 5º andar no edifício Ville D´Almeida, uma casa no condomínio Raiz da Serra, está morando lá, por R$ 1.200.000 (Hum milhão e duzentos mil reais), dois flats no conjunto residencial Villa Hípica, um flat no conjunto residencial Winterville.

Por fim, existe uma conta bancária no Banco Itaú agência 3648 – 017346 no nome de uma empresa VU Cavalcanti Tenório. Dessa forma o prefeito cometeu crimes de falsidade ideológica, sonegação fiscal e formação de quadrilha.

Para concluir, o vereador apresentou a declaração do Imposto de Renda do prefeito onde ele declara possuir apenas um GOL 1.0 – no valor de R$ 28.099,00 e R$ 10.000 mil reais em espécie, destacando que o ganho do prefeito nesse período foi de R$ 192 mil reais e ele comprou patrimônio no valor de mais de R$ 6 milhões de reais.

Complementando informou existir uma empresa  com o seguinte nome: BM Empreendimentos e Participações  Ltda com capital de R$ 6.000, 00 (seis mil reais) e chama a atenção para a coincidência “B” de Bruno e “M” de Martiniano.

Assinam a denúncia os vereadores:


Luiz Prequé (PSB) Dona Sonia (PP), Nicomedes Júnior de Obras(PPS), Júnior de Paulo(PRP).

Após a eleição, deputados pernambucanos farão homenagem a Eduardo Campos

Dois dias após o segundo turno da disputa presidencial, os deputados estaduais de Pernambuco irão realizar uma sessão solene na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para uma homenagem póstuma ao ex-governador Eduardo Campos, na próxima terça-feira (28).

A reunião solene irá ocorrer no Plenário da Alepe, às 18h. A proposta é do presidente da Assembleia, Guilherme Uchôa (PDT).

Eduardo Campos morreu no dia 13 de agosto, em um acidente aéreo ocorrido em Santos, no litoral paulista, em meio à sua candidatura à Presidência da República.

Eduardo Campos havia renunciado ao cargo de governador no início de Abril para disputar a presidência.

Após a tragédia, a família e os aliados do ex-governador passarão a apoiar a ex-senadora Marina Silva (PSB) e, depois, o senador Aécio Neves (PSDB) na corrida presidencial.

A família Campos também se envolveu na ca
mpanha do governador eleito, Paulo Câmara (PSB), e do senador eleito, Fernando Bezerra Coelho (PSB).

Mendonça Filho acusa farsa do PT na CPI da Petrobras

Mendonça Filho (DEM), deputado federal por Pernambuco, acusou a campanha da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) de organizar uma “farsa” para prejudicar o andamento da CPI da Petrobras. O deputado se referia ao atestado médico enviado pela petrolífera para justificar a ausência de um diretor que deporia nessa quarta-feira (22).

Mendonça, junto com o também deputado e membro da CPI Onyx Lorenzoni (DEM-RS), sugeriu que a ausência de José Carlos Cosenza, diretor de abastecimento da estatal, foi uma estratégia armada pelo PT para evitar “mais um constrangimento” público às vésperas da realização do 2° turno das eleições.

“Gostaria de manifestar o meu espanto com a súbita doença do diretor Cosenza no dia de seu depoimento na CPMI. Isso mais me parece uma farsa comandada pelo marketing da campanha da presidente Dilma”, enfatizou o deputado.

Deputados do DEM e de outros partidos da oposição afirmaram que o documento apresentava sinais de fraude. Segundo eles, o documento não esclarecia qual a doença que motivou o afastamento de Cosenza da CPI. O documento citava uma “intercorrência clínica”.

Os deputados também dizem que, depois que o atestado foi divulgado pela imprensa, houve uma alteração sobre o quadro clínico do diretor. O documento apontava para uma crise de hipertensão.

Youssef nega ter negociado com líder do PSDB

Um dia após o empresário Leonardo Meirelles ter afirmado, durante interrogatório na Justiça Federal do Paraná, que Alberto Youssef, um dos líderes da organização criminosa que teria movimentado R$ 10 bilhões, negociava com o ex-presidente nacional do PSDB Sérgio Guerra, falecido em março deste ano, o advogado do doleiro pediu a realização de uma acareação. Ela nega que Youssef tenha tratado com Guerra ou qualquer outro integrante da legenda tucana. Meirelles era diretor-presidente do laboratório Labogem e um dos integrantes do esquema montado por Youssef que abastecia caixas de partidos políticos com recursos de grandes empreiteiras.

O pedido de acareação foi protocolado, na tarde de ontem, pelo advogado Antônio Figueiredo Bastos, responsável pela defesa de Youssef. Ele assegura que seu cliente não negociou com nenhum integrante do PSDB.

Ao portal de notícia G1, ele declarou que a colaboração do doleiro não tem relação partidária. “Meu cliente desafia qualquer pessoa a provar uma relação dele com o Sérgio Guerra ou qualquer outra pessoa do PSDB. A colaboração dele é apartidária, não quer prejudicar ninguém. A colaboração toda está sendo feita baseada em documentos, que corroboram os indícios do que ele está dizendo”.

No interrogatório, Leonardo Meirelles também acusou o Partido Progressista (PP). “No escritório da Avenida São Gabriel, em São Paulo, tinha um fluxo grande de políticos do partido PP.” Ele, considerado um dos laranjas de Youssef, alegou que a legenda tinha “uma grande quantia em aberto com ele como saldo de financiamento de campanha de 2010”.